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Já conhecida a modalidade através dos diversos vídeos pelo mundo. Quando teve a primeira edição da Subida da Montanha de Campo Largo, fiquei só na vontade. A segunda edição consegui assistir. Mas na terceira pude acelerar. 

Felizmente deu agenda, então pude experimentar uma prova de subida de montanha. A modalidade é parecida com rali, pois a largada e chegada são em lugares diferentes, o trecho é uma estrada e os carros largam um de cada vez em busca do melhor tempo. 

Mas algumas particularidades, como a falta de um navegador, deixam a vida de um piloto de rali bem mais complicada. Já tive experiências em circuito, mas lá em 5 voltar você decora o traçado e vai aprimorando. Na Subida da Montanha é um trecho de 6 quilômetros com 20 curvas e 3 passadas. Não dá para decorar tudo! 

Como meu principal objetivo era treinar para o Rally de Morretes, fui com o VW Gol RC5 nas mesmas configurações que vou correr na final do campeonato de rali, inclusive com pneu estepe, macaco, chave de roda, etc. 

A ProMacchina Motorsport preparou uma configuração excelente para rali de asfalto, mas o item de maior surpresa foram os pneus: usei pela primeira vez o Yokohama Neova e fiquei impressionado com a estabilidade do pneu. Não apenas no quesito aderência, mas também na pouca variação de desempenho em diferentes condições de temperatura. Deu para confiar nos pneus desde a largada, quando ainda estavam frios, até na chegada, quando atingiam o auge da temperatura. Estes realmente cumprem o objetivo! 

No fim do dia, depois de três passagens pelo trecho cronometrado fiquei com o quarto tempo. Acho que é carma! 

  1. Rafael Pombo – Peugeot 205 – 2:59,74
  2. Bruno Borba – Nissan 350Z – 3:03,93
  3. Marcio Maia – Renault Sandero RS – 3:06,37
  4. Leo Zettel – VW Gol GV – 3:06,80
  5. João Henrique Dorigon – GM Kadett GSI – 3:07,89

Mas a experiência foi ótima! Marcelo Preiss, Rogério Gregoris da Silva e toda equipe da CWB Motoring está de parabéns! 

Agora rumo ao Rally de Morretes

 

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