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Salto São João
Nosso segundo dia amanheceu com chuva. Para quem pretende ver paisagens, isso pode ser um pouco frustrante, mas nada que desanime um grupo de jipeiros.

O dia começou com o café da manhã às 7:30h. Uma passadinha rápida no açougue para comprar artigos de primeira necessidade (carne e coca cola) e encontramos os Trilheiros de Prudentópolis às 9h, que nos convidaram para percorrer uma trilha com o grupo.

Salto SetePartimos em aproximadamente 15 veículos sob o comando do Buiú. Um detalhe muito legal de cidade pequena é a distância para sair do “perímetro urbano”. Andamos cerca de 5 minutos e já entramos em um tubo com aproximadamente 2,5m de diâmetro que passa por baixo da estrada de acesso à cidade. Em seguida uma estradinha cheia de barro. E que estradinha!!!  Logo nos primeiros 500 metros o primeiro atoleiro. Mas esse foi complicado apenas para as gaiolas.

O segundo enrosco foi mais divertido. Quando chegamos, um Niva já estava (literalmente) atravessado no trecho. Cintas pra cá e pra lá e o comboio continuou seu caminho. Fizemos o “salvamento” da Rural de nosso anfitrião Luiz que passou de segunda tentativa.

O trecho seguinte foi de estrada cheia de curvas, mas devido à chuva, haviam locais muito divertidos. O dia foi abrindo, o sol deu as caras e enquanto os trilheiros preparavam o fogo para assar nosso almoço, fomos visitar nossa primeira cachoeira: Salto São João (foto acima) com 86 metros de altura.

Voltamos um pedaço da estrada para encontrar os amigos em um recanto mantido pela prefeitura de Prudentópolis. Lá o fogo já estava a todo vapor. Peguei nossa carne e... cadê o prato? E os talheres? Como o churrasco não estava em nossos planos, não estávamos preparados. Mas um garfo e uma faca emprestados e tampa da geladeira como apoio estava resolvido nosso problema.

Com a fome abatida, nos separamos do comboio de trilheiros, que iriam para uma trilha complicada, e seguimos com o Luiz e o Coco do Hotel Mayná para mais algumas cachoeiras.

Salto Barão do Rio BrancoA segunda do dia foi o Salto Sete, que só vemos da beira da estrada. Mas ponto alto do dia foi o Salto Barão do Rio Branco, onde funciona uma usina hidrelétrica. Devido ao volume de água, a paisagem é impressionante. E, depois de ver a paisagem de cima, com a estrutura existente para turismo, é possível descer +/- 400 degraus para ver a cachoeira de baixo. Muito cansativo, mas vale cada degrau!

Missão cumprida e energias gastas, pegamos a estrada de volta para a cidade e chegamos no hotel por volta das 17:30h para renovas as baterias. Mais tarde sairemos para jantar e programar o 3° dia.


Terra das Cachoeiras :: Dia 03


Dia 03

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